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Alexandre Auler. Foto: divulgação.
O Grupo Invoiceware abriu operações no Peru para atender três empresas locais que começaram a emitir notas fiscais eletrônicas.
Os clientes são a SC Johnson, uma companhia do ramo químico, que produz entre outros produtos, inseticidas, lustra-móveis, ceras, repelentes; a Clorox, empresa de produtos de limpeza, e a Coca Cola.
Assim como outros países da América Latina, o Peru está progressivamente ampliando a obrigatoriedade do uso da nota eletrônica.
A regulação abre oportunidades para empresas brasileiras, que tem experiência na tecnologia desde 2006, quando começou o processo no país.
Desde outubro do ano ado, 239 grandes empresas peruanas aram a emitir notas eletrônicas. O grupo foi ampliado em janeiro, agregando mais 5 mil. A meta é que em cinco anos todas as empresas sejam incluídas na obrigatoriedade.
“O Brasil está exportando o seu know how adquirido ao longo da última década, no processo de emissão de documentos fiscais eletrônicos para os países vizinhos”, explica Alexandre Auler, CEO do Grupo Invoiceware.
Atualmente a Invoiceware está presente no Brasil, Argentina, Chile e México.
A catarinense Neogrid é outra empresa do segmento que está aproveitando as oportunidades no Peru.
A empresa oferece NF-e para a Belcorp, uma das cinco participantes do piloto do programa no país; a Linio, o maior varejista online do Peru; a Euromotors, representante oficial das marcas Volkswagen, Porsche, Seat e Audi, a indústria de produtos farmacêuticos Quimica Suiza e a Evol, um player local do mercado de TI